segunda-feira, 30 de novembro de 2015

A IMPORTÂNCIA DA MATEMÁTICA NA VIDA DAS PESSOAS
(Conteúdos e Metodologias da Matemática I)

           Assim como as letras, palavras e frases no ensino da língua materna são importantes em nossas experiências cotidianas, o ensino da matemática também é essencial para o dia a dia das nossas relações sociais.
           Contar, comparar, calcular, estimar, projetar dentre outras atitudes estão totalmente ligadas ao ensino da matemática e são imprescindíveis, seja no trabalho, na escola, em casa , no relacionamento com o mundo.
        Por isso, é muito importante o ensino da matemática desde as séries iniciais, visto que seu desenvolvimento está associado à pesquisa, à curiosidade, à ciência do raciocínio lógico. Dessa forma, a matemática ganhou destaque no mundo e cada vez mais exige das pessoas um conhecimento aprofundado da disciplina.
          No dia a dia, o uso da matemática é fundamental para orientar as pessoas nos financiamentos, compras parceladas, cálculos diários, juros e outros, deixando o consumidor mais consciente das ciladas que o mercado financeiro pode oferecer. Mas para esse tipo de aplicação, é necessário um certo grau de conhecimento do assunto.
         Sendo assim, não menos importante que o ensino da língua materna, o ensino da matemática é fundamental para que possamos, realizar as operações comerciais e sociais, neste mundo de forma consciente.



terça-feira, 29 de setembro de 2015

SUGESTÃO DE PLANO DE AULA


Elaborando um Plano de Aula
1) Título: Conhecendo diferentes sons.
2) Objetivo: Permitir que as crianças se familiarizem e reconheçam os sons de instrumentos musicais de diferentes famílias.
3) Público alvo: Alunos do 1º e 2º ano - Ensino Fundamental
4) Material: Flauta, violão, pandeiro, teclado e mesa grande (para exposição).
5) Desenvolvimento: Apresentarei aos alunos os seguintes instrumentos: Flauta, violão, pandeiro e teclado dizendo o nome e indicando a quais famílias eles pertencem: sopro, cordas, percussão e elétrico, respectivamente. Em seguida, demostrarei para os alunos, o som que cada instrumento produz. Depois pedirei que os alunos venham até a mesa para exploração livre dos instrumentos possibilitando o reconhecimento dos atributos morfológicos e sonoros.  Em seguida, organizarei as crianças em roda, dispondo os instrumentos em um ambiente reservado, longe do campo de visão delas; Escolherei junto com a turma uma criança para pegar um dos instrumentos e pedirei que faça som com o instrumento. As demais crianças deverão adivinhar o nome da fonte sonora. Reconhecendo ou não o nome do instrumento, logo, pedirei que o aluno faça novamente a execução, mas, desta vez, aos olhos de todos, a fim de que reconheçam e “assimilem” o instrumento/objeto sonoro. O aluno que adivinhar primeiro sairá da roda e tocará o próximo instrumento escolhido e assim sucessivamente.
6) Avaliação: A avaliação será feita pela observação do envolvimento de cada aluno na atividade, bem como pela tentativa de vencer o desafio de adivinhar qual instrumento produz determinado som. O incentivo para a execução das atividades e destaque da importância da mesma será feito individualmente simultaneamente a execução.

Referências Bibliográficas:

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares nacionais: arte/ Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1997.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

A MITOLOGIA DO PRECONCEITO LINGUÍSTICO

Olá, gostaria de compartilhar com vocês um dos mitos  do preconceito linguístico relacionados por Bagno em seu texto  "A Mitologia do Preconceito Linguístico".

Mito nº1: " A língua portuguesa falada no Brasil apresenta uma unidade surpreendente".

Essa afirmação é um mito prejudicial à educação, pois, por não reconhecer que o português falado no Brasil é bem diversificado, a escola tenta impor sua norma linguística como se ela fosse de fato comum a todos os brasileiros.

A Língua Portuguesa deve ser vista como ela realmente é, uma língua de alto grau de diversidade causada pela grandeza de nosso Brasil, permitindo que ela se modifique em cada região.

Um exemplo dessa situação pode ser verificado na História em Quadrinhos disponibilizada no endereço: http://www.pixton.com/br/comic/5xu2mg2x

quinta-feira, 18 de junho de 2015

MÚLTIPLAS LINGUAGENS DA INFÂNCIA : ATIVIDADES

Conhecendo Meu Corpinho...

Nesta atividade poderemos explorar as linguagens ORAL, CORPORAL E VISUAL.

Esta atividade é sugerida para crianças de 03 e 04 anos:

Atividade 1 : Linguagens Oral e Corporal

A) Com as crianças de pé e em rodinha, o professor deverá instigá-las a conhecer e nomear as partes básicas do corpo (cabeça, ombro, joelhos e pés).

B) Através da conversa informal, o professor deverá provocar as crianças com a pergunta: "Para que servem?" e verificar se as crianças tem consciência da utilidade das partes. 

C) Conversar sobre as partes corporais no corpo do amigo, percebendo as semelhanças e diferenças que elas têm. Somos todos iguais?

C) Cantar a Música: "Cabeça, ombros, joelho e pé" , para trabalhar a expressão corporal e para exploração do corpo no espaço e fortalecimento da musculatura.

Atividade 2 : Linguagem Visual

Hora da Leitura e exploração da linguagem:

Livro: Pedrinho, cadê você?,  de Sônia Junqueira:











A) Juntamente com as crianças, explorar bem as imagens do livro;
B) Instigar a interação das crianças com a história, evidenciando as partes do corpo;
C) Aguçar a curiosidade e descobertas nas crianças.



Referências:
Disponível em: http://revistaguiainfantil.uol.com.br/professores-atividades/105/imprime246136.asp



domingo, 31 de maio de 2015

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO - PNE

No dia 25 de junho de 2014, a presidente Dilma Rousseff sancionou sem nenhum veto, o Plano Nacional de Educação, que há quase 4 anos vem tramitando no Congresso.
O Plano Nacional de Educação foi encaminhado para votação no Congresso no dia 25 de dezembro de 2010, porém, só foi aprovado pela Câmara dos Deputados quase dois anos depois, em outubro de 2012, após ter recebido cerca de três mil emendas.
            Cumprir todas as metas estabelecidas no Plano Nacional de Educação será um desafio para o Governo. Talvez o maior deles seja cumprir a meta 20 que estabelece investir em educação no mínimo 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do País no quinto ano de vigência desta Lei e, no mínimo, o equivalente a 10% do PIB no final do decênio.
            Daniel Cara analisa o PNE e aponta que o grande avanço possível foi o fato do custo do PNE ter sido pautado de acordo com a necessidade e não com os recursos disponíveis. Pela primeira vez foi superado o debate dos recursos que temos para os recursos que serão realmente necessários, que são os 10% do PIB é o que custa para cumprir as metas da educação.
            Este mesmo especialista ainda afirma que existem pontos mais fracos do PNE. Um deles é a permissão de contabilizações de empresas público-privadas em Educação Públicas. No final do decênio pode não ter alcançado os 10% do PIB, onde os 10% podem se transformar em 8%, faltando 2% para o cumprimento das outras 19 metas.
            Outro ponto fraco são as políticas de remuneração por resultado, pois elas geram uma desigualdade, pois as escolas que estão em locais com menos infraestrutura elas tendem a prender seus melhores professores, porque como eles não conseguem atingir as metas do IDEB eles tendem a buscar escolas onde isso é mais fácil deixando os alunos dessas escolas prejudicados. Isso aconteceu com todos os países que adotaram essas bonificações, revogando.
            Conseguir a aprovação do PNE foi um grande avanço para o Sistema Educacional Brasileiro, resta agora o comprometimento dos governantes para com a execução do mesmo.
Segue abaixo as 20 metas do Plano Nacional de Educação:                          
Meta 1                                                     
Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de quatro a cinco anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches de forma a atender, no mínimo, 50% das crianças de até três anos até o final da vigência deste PNE.
Meta 2                                                  
Universalizar o ensino fundamental de nove anos para toda a população de seis a 14 anos e garantir que pelo menos 95% dos alunos concluam essa etapa na idade recomendada, até o último ano de vigência deste PNE.
Meta 3                                                      
Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até o final do período de vigência deste PNE, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85%.
Meta 4                                                        
Universalizar, para a população de quatro a 17 anos, o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superlotação na rede regular de ensino.
Meta 5                                                               
Alfabetizar todas as crianças, no máximo, até os oito anos de idade, durante os primeiros cinco anos de vigência do plano; no máximo, até os sete anos de idade, do sexto ao nono ano de vigência do plano; e até o final dos seis anos de idade, a partir do décimo ano de vigência do plano.
Meta 6                                                         
Oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% dos alunos da educação básica.
Meta 7                                                                     
Fomentar a qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem de modo a atingir as seguintes médias nacionais para o IDEB:

2013
2015
2017
2019
2021
Anos iniciais do Ensino Fundamental
4,9
5,2
5,5
5,7
6,0
Anos Finais do Ensino Fundamental
4,4
4,7
5,0
5,2
5,5
Ensino Médio
3,9
4,3
4,7
5,0
5,2


Meta 8                                                
Elevar a escolaridade média da população de 18 a 29 anos, de modo a alcançar no mínimo 12 anos de estudo no último ano de vigência deste Plano, para as populações do campo, da região de menor escolaridade no País e dos 25% mais pobres, e igualar a escolaridade média entre negros e não negros declarados à Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE.)
Meta 9                                                         
Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e, até o final da vigência deste PNE, erradicar o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional.
Meta 10                                                               
Oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de educação de jovens e adultos, na forma integrada à educação profissional, nos ensinos fundamentais e médios.
Meta 11                                                              
Triplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50% de gratuidade na expansão de vagas.
Meta 12                                                        
Elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurando a qualidade da oferta.
Meta 13                                                                        
Elevar a qualidade da educação superior e ampliar a proporção de mestres e doutores do corpo docente em efetivo exercício no conjunto do sistema de educação superior para 75%, sendo, do total, no mínimo, 35% de doutores.
Meta 14                                                                  
Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu, de modo a atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores.
Meta 15                                                                        
Garantir, em regime de colaboração entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios, no prazo de um ano de vigência deste PNE, política nacional de formação dos profissionais da educação de que tratam os incisos I, II e III do art. 61 da Lei nº 9.394/1996, assegurando-lhes a devida formação inicial, nos termos da legislação, e formação continuada em nível superior de graduação e pós-graduação, gratuita e na respectiva área de atuação.
Meta 16                                                              
Formar, até o último ano de vigência deste PNE, 50% dos professores que atuam na educação básica em curso de pós-graduação stricto ou lato sensu em sua área de atuação, e garantir que os profissionais da educação básica tenham acesso à formação continuada, considerando as necessidades e contextos dos vários sistemas de ensino.
Meta 17                                                                                                    
Valorizar os profissionais do magistério das redes públicas de educação básica de forma a equiparar seu rendimento médio ao dos demais profissionais com escolaridade equivalente, até o final do sexto ano de vigência deste PNE.
Meta 18                                                                                       
Assegurar, no prazo de dois anos, a existência de planos de carreira para os profissionais da educação básica e superior pública de todos os sistemas de ensino e, para o plano de carreira dos profissionais da educação básica pública, tomar como referência o piso salarial nacional profissional, definido em lei federal, nos termos do inciso VIII do art. 206 da Constituição Federal.
Meta 19                                                                                             
Garantir, em leis específicas aprovadas no âmbito da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a efetivação da gestão democrática na educação básica e superior pública, informada pela prevalência de decisões colegiadas nos órgãos dos sistemas de ensino e nas instituições de educação, e forma de acesso às funções de direção que conjuguem mérito e desempenho à participação das comunidades escolar e acadêmica, observados a autonomia federativa e das universidades.
Meta 20                                                        
Ampliar o investimento público em educação de forma a atingir, no mínimo, o patamar de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do País no quinto ano de vigência desta Lei e, no mínimo, o equivalente a 10% do PIB no final do decênio.
Fontes:
http://revistaescola.abril.com.br/pne/ Acesso em 27 de maio de 2015 às 13:30
https://www.youtube.com/watch?v=7AWefP_m3qc&feature=youtu.be Acesso em 27 de maio de 2015 às 14:10

https://www.youtube.com/watch?v=EaBr4RjUglI Acesso em 27 de maio de 2015 às 14:30

quinta-feira, 7 de maio de 2015

POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS

Informes:

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
             O Ministério da Educação brasileiro passou por recentes mudanças. O ministro da Educação, Cid Gomes, pediu demissão à presidenta Dilma Rousseff, após desgaste com o Congresso Nacional. O ex-ministro relatou à Câmara explicações sobre as declarações que deu em um evento na Universidade Federal do Pará, no dia 27 de fevereiro, de que há no Congresso Nacional “400 ou 300 achacadores”, que se aproveitam da fraqueza do governo para levar vantagens. O novo ministro da Educação, professor Renato Janine Ribeiro, tomou posse no dia seis de abril de 2015 no Palácio do Planalto.


SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
               O cenário nacional também conta com a Secretaria de Estado da Educação (SEE), que responde por planejar, dirigir, executar, controlar e avaliar as ações setoriais a cargo do Estado relativas à oferta da educação pública. Sua meta é garantir a promoção e a universalização do ensino público, com vistas ao pleno desenvolvimento humano e a seu preparo para o exercício da cidadania e para o trabalho, à redução das desigualdades regionais, à equalização de oportunidades e ao reconhecimento da diversidade cultural. Além disso, é dever da Secretaria de Estado desenvolver e coordenar políticas públicas de educação básica, inclusivas e de qualidade, garantindo plenas condições de funcionamento da rede pública, em especial da rede estadual, promovendo a formação integral dos estudantes, com vistas ao exercício da cidadania e à inserção no mundo do trabalho.
             Minas Gerais vem se consolidando como o Estado que tem a melhor educação básica do Brasil. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), por exemplo, coloca Minas nas primeiras posições entre os estados do país. De acordo com o Ideb, nos anos iniciais do ensino fundamental, o Estado está na primeira colocação e nos finais, na segunda. No ensino médio, Minas está entre os três melhores do país.


Disponível em : https://www.educacao.mg.gov.br, acessado em 06.05.2015.



SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
           O município de Ubá conta com a Secretaria Municipal de Educação responsável por planejar, organizar, coordenar e controlar as atividades relacionadas ao oferecimento da educação básica, compreendido o ensino infantil, fundamental e médio, orientada por valores fundamentais como dignidade da pessoa, igualdade, isonomia, participação da comunidade, universalização, valorização do magistério, eficácia e eficiência. A atual Secretária Municipal de Educação do município de Ubá é a Professora Maria do Carmo de Mello Coelho, graduada em pedagogia, com especialização em Psico-pedagogia (Universidade de Havana/Cuba) e Mestrado em Educação (Universidade de Havana/Cuba).
            

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
             O município de Ubá está empenhado na elaboração do Plano Municipal de Educação. Uma comissão já foi estipulada conforme o Decreto Municipal nº5.687 de 16 de abril de 2015 que constitui Comissão Executiva e de Sistematização do Plano Municipal de Educação – PME, em cumprimento ao art. 2º da Lei Federal nº 10.172, de 09 de janeiro de 2.001 e art. 87 da Lei Federal nº 9.394, de 20 de dezembro de 1.996, à qual compete a coordenação do processo de construção e promoção do PME.
          A Secretaria Municipal de Educação tem até o dia 24 de junho de 2015 para apresentar o Projeto à Câmara e quando aprovado, darão início às audiências públicas para concretização do mesmo. A esta Comissão foram atribuídas as funções de elaborar a metodologia e os procedimentos do processo de sistematização do PME; definir as estratégias de coleta de dados e diagnosticar as necessidades levantadas; definir formas e dinâmicas de funcionamento da consulta popular e de participação dos órgãos públicos e entidades privadas na construção do PME; criar subcomissões e/ou grupos de trabalhos que entender necessários; coordenar a redação do documento-referência do PME; respeitar e fomentar o debate em sociedade; discutir os problemas da Educação suscitados pela população; gerenciar o desenvolvimento do processo de construção democrática do PME, para que seja o mais amplo, plural e democrático possível; sistematizar o documento-referência; apresentar o documento finalizado ao Prefeito Municipal de Ubá.
      A Secretaria de Educação deste município é bem organizada, as escolas são bem assistidas por diversos programas e ainda, conta com metas que atingem a população geral como feiras e eventos que mobilizam toda a sociedade. Se eu fosse Secretária de Educação investiria ainda mais na participação da sociedade em audiências públicas, como uma forma de ter um feed back dos trabalhos desenvolvidos, assim, seria possível perceber os problemas e soluções para melhoria nesta área.



Disponível em : http://www.uba.mg.gov.br/abrir_arquivo.aspx/Decreto_5687_2015?cdLocal= 5& arquivo={CA3DEAE3-D388-5527-CB5B-64CE02C22BD7}.pdf, acessado em 06.05.2015.



segunda-feira, 27 de abril de 2015

INEP - FINALIDADES E ATRIBUIÇÕES

Com base na Portaria nº. 2.255, de 25 de agosto de 2003, Art. 1, O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), criado pela Lei n. 378, de 13 de janeiro de 1937, é transformado em autarquia federal vinculada ao Ministério da Educação, nos termos da Lei nº. 9.448, de 14 de março de 1997, alterada pela Lei nº. 10.269, de 29 de agosto de 2001, tem por finalidades:

I -  organizar e manter o sistema de informações e estatísticas educacionais;
II -  planejar, orientar e coordenar o desenvolvimento de sistemas e projetos de avaliação educacional, visando o estabelecimento de indicadores de desempenho das atividades de ensino no País;
III - apoiar os Estados, o Distrito Federal e os Municípios no desenvolvimento de sistemas e projetos de avaliação educacional;
IV - desenvolver e implementar, na área educacional, sistemas de informação e documentação que abranjam estatísticas, avaliações educacionais, práticas pedagógicas e de gestão das políticas educacionais;
V - subsidiar a formulação de políticas na área da educação, mediante a elaboração de diagnósticos e recomendações decorrentes da avaliação da educação básica e superior;
VI - coordenar o processo de avaliação dos cursos de graduação, em conformidade com a legislação vigente;
VII - definir e propor parâmetros, critérios e mecanismos para a realização de exames de acesso ao ensino superior;
VIII - promover a disseminação de informações sobre avaliação da educação básica e superior; e
IX - articular-se, em sua área de atuação, com instituições nacionais, estrangeiras e internacionais, mediante ações de cooperação institucional, técnica e financeira, bilateral e multilateral.
Fonte: http://portal.inep.gov.br/institucional-finalidades Acesso em 27 de abril de 2015 às 10:30

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

O Ministério da Educação, órgão da administração federal direta, tem como área de competência os seguintes assuntos:
I - política nacional de educação;
II - educação infantil;
III - educação em geral, compreendendo ensino fundamental, ensino médio, ensino superior, educação de jovens e adultos, educação profissional, educação especial e educação a distância, exceto ensino militar;
IV - avaliação, informação e pesquisa educacional;
V - pesquisa e extensão universitária;
VI - magistério; e
VII - assistência financeira a famílias carentes para a escolarização de seus filhos ou dependentes.
O Ministério da Educação foi criado em 1930, logo após a chegada de Getúlio Vargas ao poder. Com o nome de Ministério da Educação e Saúde Pública, a instituição desenvolvia atividades pertinentes a vários ministérios, como saúde, esporte, educação e meio ambiente. Até então, os assuntos ligados à educação eram tratados pelo Departamento Nacional do Ensino, ligado ao Ministério da Justiça.

Em 1932, um grupo de intelectuais preocupado em elaborar um programa de política educacional amplo e integrado lança o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, redigido por Fernando de Azevedo e assinado por outros conceituados educadores, como Anísio Teixeira.

O manifesto propunha que o Estado organizasse um plano geral de educação e definisse a bandeira de uma escola única, pública, laica, obrigatória e gratuita. Nessa época, a igreja era concorrente do Estado na área da educação.

Foi em 1934, com a nova Constituição Federal, que a educação passa a ser vista como um direito de todos, devendo ser ministrada pela família e pelos poderes públicos.

De 1934 a 1945, o então ministro da Educação e Saúde Pública, Gustavo Capanema Filho, promove uma gestão marcada pela reforma dos ensinos secundário e universitário. Nessa época, o Brasil já implantava as bases da educação nacional.

Até 1953, foi Ministério da Educação e Saúde. Com a autonomia dada à área da saúde, surge o Ministério da Educação e Cultura, com a sigla MEC.

O sistema educacional brasileiro até 1960 era centralizado e o modelo era seguido por todos os estados e municípios. Com a aprovação da primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), em 1961, os órgãos estaduais e municipais ganharam mais autonomia, diminuindo a centralização do MEC.

Foram necessários 13 anos de debate (1948 a 1961) para a aprovação da primeira LDB. O ensino religioso facultativo nas escolas públicas foi um dos pontos de maior disputa para a aprovação da lei. O pano de fundo era a separação entre o Estado e a Igreja.

O salário-educação, criado em 1962, também é um fato marcante na história do Ministério da Educação. Até hoje, essa contribuição continua sendo fonte de recursos para a educação básica brasileira.

A reforma universitária, em 1968, foi a grande LDB do ensino superior, assegurando autonomia didático-científica, disciplinar, administrativa e financeira às universidades. A reforma representou um avanço na educação superior brasileira, ao instituir um modelo organizacional único para as universidades públicas e privadas.

A educação no Brasil, em 1971, se vê diante de uma nova LDB. O ensino passa a ser obrigatório dos sete aos 14 anos. O texto também prevê um currículo comum para o primeiro e segundo graus e uma parte diversificada em função das diferenças regionais.

Em 1985, é criado o Ministério da Cultura. Em 1992, uma lei federal transformou o MEC no Ministério da Educação e do Desporto e, somente em 1995, a instituição passa a ser responsável apenas pela área da educação.

Uma nova reforma na educação brasileira foi implantada em 1996. Trata-se da mais recente LDB, que trouxe diversas mudanças às leis anteriores, com a inclusão da educação infantil (creches e pré-escola). A formação adequada dos profissionais da educação básica também foi priorizada com um capítulo específico para tratar do assunto.

Ainda em 1996, o Ministério da Educação criou o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) para atender ao ensino fundamental. Os recursos para o Fundef vinham das receitas dos impostos e das transferências dos estados, do Distrito Federal e dos municípios vinculados à educação.

O Fundef vigorou até 2006, quando foi substituído pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Agora, toda a educação básica, da creche ao ensino médio, passa a ser beneficiada com recursos federais. Um compromisso da União com a educação básica, que se estenderá até 2020.

É nessa trajetória de quase 80 anos que o Ministério da Educação busca promover ensino de qualidade. Com o lançamento do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), em 2007, o MEC vem reforçar uma visão sistêmica da educação, com ações integradas e sem disputas de espaços e financiamentos. No PDE, investir na educação básica significa investir na educação profissional e na educação superior.

A construção dessa unidade só será possível com a participação conjunta da sociedade. Com o envolvimento de pais, alunos, professores e gestores, a educação se tornará um compromisso e uma conquista de todos.

FONTE: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2&Itemid=1175